Pato Branco - Sudoeste do Paraná     
 

Planalto   |  Selo   |   terça-feira, 19 de abril de 2016

Laticínios Santa Inês recebem Selo Alimentos do Paraná

Quarenta e três micro e pequenas indústrias, agroindústrias e distribuidoras de alimentos e bebidas de diversas regiões do Paraná receberam, na tarde desta quarta-feira, dia 13 de abril, os atestados de conformidade do Selo Alimentos do Paraná. A chancela comprova não só a eficiência na gestão da empresa, como a segurança e qualidade alimentar dos produtos. A cerimônia ocorreu durante a Mercosuper 2016, uma das maiores feiras de varejo do País, cujo objetivo é promover a geração de negócios entre supermercadistas e fornecedores.

Para a entrega dos Selos, estiveram presentes o diretor-superintendente do Sebrae/PR, Vitor Roberto Tioqueta, o diretor de Operações da entidade, Julio Cezar Agostini, além de representantes da Federação do Comércio de Bens e Serviços do Paraná (Fecomércio PR), Associação Paranaense de Supermercados (Apras) e Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), que passaram, a partir da data, a compor o comitê gestor do Programa Alimentos do Paraná.

Promovido pelo Sebrae/PR, em parceria com a Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), tendo como avaliador o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), o Programa objetiva melhorar os processos produtivos, aprimorar a qualidade e incentivar boas práticas de gestão em empreendimentos de micro e pequeno porte do segmento de alimentos e bebidas, dentro do Modelo de Excelência da Gestão (MEG), da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

Na primeira edição, realizada no ano passado, 23 empresas conquistaram o Selo. Ao atestar a qualidade dos processos e da gestão empresarial, a certificação torna esses negócios mais aptos a ações de mercado e prospecção de clientes. Durante um ano, as empresas participam de atividades de mercado fomentadas pelo Programa. Ao final do período, uma nova auditoria, proporcionará continuidade das ações, caso os bons índices sejam mantidos ou ampliados.

Neste ano, as empresas que obtiveram os maiores índices de conformidade nas categorias Alimentos Prontos e Pré-Prontos, Bebidas, Origem Animal e Origem Vegetal foram premiadas. São elas: Fredericos Refeições, de Araucária (com 92,19% de conformidade), Água Radiante, de Guaraniaçu (89,18%), Laticínios Santa Inês, de Planalto (94,75%), e Pipoca do Gugui, de Apucarana (89,81%).

Na entrega dos atestados de conformidade, o diretor-superintendente do Sebrae/PR destacou o Selo como um diferencial, que atesta a preparação de empresas paranaenses, mais competitivas para o mercado.

“As empresas que recebem o selo estão assegurando aos clientes que os seus produtos são reconhecidos, certificados e têm qualidade. Esse avanço, alinhado à melhoria da gestão dos negócios, fortalece micro e pequenas indústrias, agroindústrias, distribuidoras de alimentos e bebidas no Estado”, pontua Tioqueta.

Para Julio Agostini, o Selo Alimentos do Paraná é uma mostra de que as agroindústrias de pequeno porte podem buscar diferenciação, sem necessidade de grandes investimentos, como uma estratégia clara de crescimento. “O Selo aproxima empresas interessadas em crescer. No segundo semestre, teremos circuitos de rodadas de negócios com essas empresas certificadas em todas as regionais do Estado, potencializando compradores. Nosso objetivo é, até 2022, ter 700 agroindústrias certificadas, o que qualifica o Paraná no cenário nacional”, projeta.

Premiadas
Sócio-proprietário da Pipoca do Gugui, Fernando Caldani conta que o Selo agrega credibilidade à empresa, que conta com sete colaboradores. “Mudar conceitos é o maior desafio. Essa certificação gera confiança para o mercadista, porque atesta que a manipulação do alimento é inspecionada, segura. Já fornecemos para mercados do norte do Paraná, São Paulo e Mato Grosso. Agora, pretendemos ampliar”, planeja.

Com uma produção de 40 mil litros mensais, a Aquadio Água Mineral, nome comercial da Água Radiante, comemora a conquista da certificação ISO 9001 por meio do Selo Alimentos do Paraná. “Isso agrega valor ao produto, que passa a ser diferenciado no mercado. Estamos há apenas três anos no mercado, e o Selo nos abre as portas para a exportação”, pontua a proprietária Ivanete de Bastiani.

Cliente de longa data dos projetos do Sebrae/PR, Pedro Basso, proprietário da Fredericos Refeições, recorda que a empresa já tinha passado por mudanças internas quando participaram da cadeia produtiva de gás e petróleo da entidade. “Já tínhamos foco em qualidade e boas práticas e o Selo nos dá força para estimular nosso pessoal a incorporar as mudanças. Acredito que o ganho é muito grande para os funcionários, porque esse processo também é uma qualificação que eles levam consigo se um dia saírem da empresa.”

Gerente administrativa do Laticínio Santa Inês, Luciane Scherer lembra que a inspeção federal já exigia rigoroso controle de qualidade nos processos, mas o Selo agregou força ao processo. “O consultor do Sebrae/PR veio até nós e apresentou o Programa, que nos levou a fazer adaptações na produção que, agora, se confirmam na qualidade do nosso produto”, completa.

Mercado
Após a entrega dos atestados de conformidade, as empresas participaram de uma apresentação especial na Mercosuper para cerca de 70 minimercados paranaenses, integrantes do Programa Top Loja - Minimercados, realizado pela Fecomércio e Sebrae/PR. “Elas foram apresentadas como potenciais fornecedores, com garantia de rastreabilidade, segurança alimentar e aspectos de gestão. Além disso, essas empresas compõem um catálogo, lançado e distribuído na feira”, conta a consultora do Sebrae/PR Andreia Claudino, gestora do programa no Estado.

Para conquistar o Selo, é necessário alcançar, pelo menos, 80% de conformidade em cada um dos cinco itens da metodologia baseada na legislação sanitária vigente e 50 pontos ou mais no MEG. A validação do processo é feita pelo Tecpar. “O programa dura de três a dez meses, mas, em média, em seis meses, as empresas conseguem melhorar significativamente e ter uma evolução de mais de 40% em sua qualidade produtiva”, detalha.

Para participar do programa, as empresas precisam apresentar o chamado perfil de potencialização, ou seja, possibilidade de se tornar alto potencial ou classe mundial. Isso significa empresas com interesse e condições para aprimorar produtos, processos e gestão, a ponto de tornarem-se aptas a negociações com o mercado internacional. “Nenhuma empresa que conquistou o Selo até hoje, finalizou o Programa da mesma forma que entrou, todas têm evolução”, afirma Andreia.

Informações sobre a participação na próxima edição do Programa Alimentos do Paraná podem ser obtidas pela Central de Relacionamento do Sebrae/PR, no 0800 570 0800, ou pelo portal www.sebraepr.com.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa SEBRAE

 



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