Sulina - Sudoeste do Paraná     
 
Conheça melhor o município de Sulina

 

Aspectos Gerais

 

Gentílico: sulinense
Data de Fundação: 21/01/2009

Área: 171,399 km²
População: 0 habitantes
Altitude Média: 513 m
Clima:

Brasão

O Brasão de Armas do “Município de Sulina” idealizado e desenhado por Nilson Edemir Marx e executado pelo Vexilólogo e Heraldista Reynaldo Valaski e adaptado dentro dos termos de conformidade da Enciclopédia Heráldica Municipalista e descrita em termos próprios da seguinte forma:
Brasão Samnático (Francês Moderno) preferido para representar o Brasão de Armas do Município de “Sulina” é de origem francesa, sendo este estilo, o primeiro escudo a ser adotado em Portugal, servindo de referência a raça colonizadora e a principal formadora da nacionalidade brasileira.
A coroa mural, que sobrepõe o campo do Brasão, sendo em cor metal ouro, e 8 (oito) torres, sendo 5 (cinco) visi e 3 (três) em perspectiva no desenho, identifica o Brasão de domínio indicando a condição de cidade de terceira grandeza, ou seja, Sede do Município.
A cor vermelha (Goles) que vemos nas janelas da coroa mural, e no listel, simbolizam a audácia, a intrepidez, o valor, a galhardia, a nobreza e o domínio, predicados estes atribuídos aos imigrantes, primeiros colonizadores, que com coragem e audácia que os identifica, deixaram sua terra natal e aqui vieram a fixar-se, a respeito das condições adversas de clima e língua, para lançar os fundamentos da cidade e de toda a área do Território do “Município de Sulina”.
Acima do Brasão de Armas, entre a coroa mural e p campo do Brasão, vemos em desenho uma flor de “Liz” a qual simboliza a pureza, a fé, a religiosidade dos munícipes “Sulinenses”.
O Brasão de Armas em seu interior é divido em cinco quartéis distintos e mais dois escudetes com a seguinte simbologia.
O escudete da esquerda (sinistra) simboliza a Educação e Cultura no “Município de Sulina”.
O escudete da direita (dextra) em seu interior vemos em seu campo desenhada e em cor prata a Cruz de Cristo, simbolizando a fé, a religiosidade do querido povo sulinense, e representa a padroeira do Município “A sagrada Família”.
No centro do Brasão, distintamente, dividindo o mesmo, vemos um pe de Pinheiro (Araucária Brasiliense) – Pinheiro do Paraná – assim simbolizando o início do desbravamento das terras do Território do “Município de Sulina”, pois esta árvore foi a maior fonte de riquezas dos colonizadores e imigrantes. Atualmente existem árvores de Pinheiro apenas em pequenas reservas.
No primeiro quartel a esquerda (sinistra), no campo do Brasão, vemos um agricultor em seu trabalho cotidiano, o arado puxado por boi, ferramenta primitiva, ainda muito usada em todo Território do Município.
No segundo quartel a direita (dextra) vemos um agricultor cultivando suas terras com um trator, este simboliza a agricultura moderna e mecanizada.
No centro do Brasão em seu campo vemos um traço sinuoso em cor azul (blau) simbolizando o Rio Capivara, o principal rio que parra pelo “Município de Sulina”, bem como pela cidade Sede do Município.
Abaixo no quartel à esquerda (sinistra) vem uma cabeça de boi, que simboliza a pecuária e uma cabeça de suíno, simbolizando a suinocultura sulinense.
No quarto quartel à direita (dextra) vemos uma engrenagem sobrepondo um capacete alado de Mercúrio que simboliza o comércio e a industria no “Município de Sulina”.
Abaixo dos dois quartéis vemos duas fontes de águas, que simboliza uma das riquezas naturais e saudáveis, junto às margens do Rio Capivara, as “Águas Termas de Sulina”, águas estas que chegam a 38 graus de calor.
Abaixo do campo do Brasão vemos dois galhos de arroz, simbolizando o produto típico da terra.
No listel em cor vermelha (goles) abaixo do campo do Brasão, vemos em seu interior a inscrição “SULINA” o nome do Município, a esquerda (sinistra) vemos a inscrição da data da criação do Município – 21.01.87 – e a direita (dextra) a data da instalação do Município – 01.01.89.
Como suportes que simbolizam a riqueza do “Município de Sulina” a direita (dextra) vemos ramos de feijão e milho e à esquerda (sinistra), vemos ramos de soja e trigo.

Clima
Clima Subtropical úmido mesotérmico, de verões quentes e geadas pouco freqüentes, com tendência a concentração das chuvas nos meses de verão, sem estação seca definida, cujas precipitações médias anuais são chuvas entre 1700 a 1900mm; índice hídrico igual a 100, sem deficiência hídrica.

Temperatura média anual temperaturas dos meses mais quentes superior a 22°C, e dos meses mais frios, inferior a 18°C; a temperatura média é de 19°C.
Umidade relativa do ar (média anual): umidade relativa do ar, 75%

Vegetação
Composta por floresta subtropical subperenifólia. A cobertura florestal é composta por vegetação secundária e terciária de angico, canela, louro, pau-canga, guajuvira e outras. Estão dispostas em locais íngremes, topos de morros e protetoras de rios e córregos em sua maioria.

Solos
Os solos existentes no município são terra roxa estruturada, cambissolos e litólicos, possuindo textura argilosa e pedregosidade que varia de moderada a extremamente pedregosa.

Relevo
Varia de suave ondulado a montanhoso com o predomínio de forte ondulado.

Aspectos geológicos
É constituído por rochas mesozóicas, compostas em grande parte por extensos derramamentos de lavas basálticas.

Bacias hidrográficas(principais rios, riachos, açudes, outros): O principal curso de água é o Rio Iguaçu, que no município é contido pela represa da usina hidroelétrica de Salto Osório. Os afluentes do rio Iguaçu que cortam o município são os rios Capivara, Queixo D`Anta, Areião e Ouro. Fontes de água e nascentes são encontrados em todo o município e em praticamente todas as propriedades.
Não existe área florestal.

 

História

 

Em 1918, o Governo Federal transfere o domínio do imóvel Chopinzinho, com 491.18 km² à Companhia Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande, que cede para a Companhia Brasileira de Viação e Comércio S/A (BRAVIACO), em 1939. A BRAVIACO vende, em 1957, parte do imóvel com 187,2 km² à Colonizadora Dona Leopoldina Ltda. Esta área foi parcelada em lotes rurais de 22 a 31,5 ha e lotes urbanos de 1.000 a 2.500 m² na Sede Sulina e de 1.000 a 1500 m² na Sede Ouro, e em 13 de agosto de 1956, já com as terras compradas da referida colonizadora, chegaram com as ferramentas e mochilas para iniciar a colonização da nova terra, os senhores Avelino Rubi Erhart, Guilherme Goldschmidt e Maximiliano Jung, que construíram um ranchinho de pinheiro e começaram a derrubar a mata para fazer suas roças, logo após veio um trator da Companhia e abriu uma estrada, que até então havia somente algumas picadas abertas costeando o Rio Capivara, feitas pelos caçadores e pescadores de São João e Vila Paraíso.
Nessa época abriram-se várias picadas; na primeira semana de setembro foi aberta uma picada até a atual localidade Serra do Mel.
Em 17 de dezembro de 1956, regressaram ao Rio Grande do Sul. No dia 11 de março de 1957, saiu com sua mudança de Linha Acre, município de Santa Rosa, o senhor Avelino Rubi Erhart e família, com destino a sua nova terra. Chegaram em Sede Sulina no dia 15 de março de 1957, descarregaram a mudança debaixo de uma lona, no meio do mato. Não havendo serraria aqui, o caminhão retornou a São João e trouxe madeira para a construção de sua casa. Em 5 de maio de 1957, chegaram aqui as famílias de Maximiliano Jung e Valter Barth, após essa data foram chegando mais famílias, como Fredolino Kunz, Guilherme Goldschmidt, Lucas Hanzen, Harry Willenborg, André weber e outros.
Para celebrar o culto dominical, as famílias se reuniam na casa de um morador. No final daquele ano, já contando com 21 famílias, fizeram uma reunião para eleger sua primeira diretoria, com o objetivo de construir uma igreja. Antes da construção da igreja católica, em maio de 1958, o Frei Vitor, de Chopinzinho celebrou a primeira missa em Sulina, numa casa de família. Somente em novembro foi celebrada a segunda missa. A igreja católica foi inaugurada no dia 31 de dezembro de 1958, pelo Frei Vitor.
Em 1958, foi iniciada a construção da primeira serraria, pelo senhor Armando Hoff, e os irmãos Fridolino e Jorge Kreuz. Logo em seguida foi construída a serraria dos irmãos Stein.
Em 1959, começou a funcionar a primeira turma de aula na igreja, e a primeira professora foi a senhora Nelly Rockembach, mais tarde ao lado da igreja foi construído uma escola.
No primeiro ano que aqui se encontravam, os moradores iam a pé até a cidade de São João fazer compras, depois iam a cavalo e tempos depois o senhor Armindo Rockembach vinha de caminhão e trazia mantimentos para vender à população. Depois disso, Arlindo Steffens, instalou o primeiro comércio, por volta do ano de 1958.
Em 1960, com a criação do município de São João, Sede Sulina fica pertencendo em parte para São João e em parte para Chopinzinho, tendo como divisor o rio Capivara.
Em 1962, é realizado plebiscito, e toda a área de Sede Sulina fica pertencendo para Chopinzinho, assumindo a condição de terceiro distrito de Chopinzinho, publicado no Diário Oficial do Estado em 25 de novembro de 1963.
O Deputado Luiz Alberto Martins de Oliveira, representante da região Sudoeste, a 2 de março de 1986, entrou na Assembléia Legislativa do Estado do Paraná com o Projeto de Lei de Emancipação Política Administrativa de Sulina, a pedido de líderes políticos e dos pioneiros que vinham sonhando há longo tempo com a independência política de Sede Sulina.
Em 27 de julho de 1986, foi realizado um plebiscito, com 2.587 votantes, dos quais, 2.561 votos sim, 24 votos não e 01 de abstenção, após a votação ficou aprovado o município de Sulina.
Em 21 de janeiro de 1987, após votação favorável em plenário na Assembléia Legislativa do Estado do Paraná, o projeto de lei de autoria do deputado Luiz Alberto Martins de Oliveira, foi sancionado pelo excelentíssimo Senhor João Elísio Ferraz de Campos, governador em exercício do Paraná, e, assim ficou criado o município de Sulina, pela Lei n 8.467, de 21 de janeiro de 1987, publicado no Diário Oficial nº 2.540 de janeiro de 1987, na página 04.
No ano de 1987, começaram as articulações políticas para lançar candidatos à Prefeitura de Sulina, que em 15 de novembro de 1988, foi eleito por voto livre e democrático, o primeiro prefeito de Sulina o senhor José Nivaldo Stoffels e seu vice-prefeito, senhor Dalírio Forlin. Assumiram a administração municipal em 1 de janeiro de 1989.

 

Indicadores

 

 

Símbolos e Hino

 

HINO DE SULINA

Junto ao verde suntuoso da mata
Na mais linda e fagueira região
Há uma terra feliz que retrata
A grandeza de nossa nação.
Sua história reflete a pujança
E a bravura de um povo irmão
Que do sol trouxe a fé e a esperança
Construindo este amado rincão.

Sulina, para sempre hei de dizer
Com orgulho e educação
És meu mundo e meu bem querer
Viverás em meu coração.
As colinas e os campos em flor
A riqueza das águas termais
Sintetizam o esplendor
Destas glebas colossais.

No trabalho, na fé, na união.
Onde quer que o teu filho esteja
Terá sempre a santa proteção
De Nossa Senhora mãe da Igreja.
Iguaçu caudaloso a irrigar
Este solo o mais lindo que há
Ó Sulina que eu sempre hei de amar
És celeiro do meu Paraná.

Letra: Sebastião Lima e José Carlos Pereira
Música: Sebastião Lima e José Carlos Pereira


 

Fotos do Município

  Fotos Antigas

Fotos Atuais

 

 

 
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